É comum times que priorizam a velocity (soma dos pontos entregues ao final de uma sprint) não considerando qualidade e a completude dos itens no afã de entregar tudo que foi planejado.
Quando isso acontece, a velocidade atribuída ao time não é real, pois no caminho os débitos técnicos surgem se acumulam gerando um backlog informal que em algum momento precisará se resolvido, afetando exatamente a velocidade do time já que a capacidade de entrega será diminuída, com o passar do tempo.
Tipicamente ao implementar as histórias subsequentes existirá a necessidade de fazer trabalho adicional relacionado aos débitos técnicos existentes conforme a evolução dos trabalhos.

Ou seja a velocidade “oficial” passa a não ser real pois devido aos problemas que deverão ser tratados durante as sprints, em algum momento o planejamento não poderá ser mais cumprido, e se chegará a conclusão que itens entregues no passado não estavam realmente prontos, é melhor controlar o passo agora para não tropeçar depois, mantenha a transparência.
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