Processo de homologação, como é que é ? (Parte 2/3)

Antes de iniciarmos uma homologação precisamos nos certificar que uma série de coisas tenham sido feitas para que não haja impactos no planejamento previsto com a descoberta de problemas que deveriam ter sido resolvidos nos testes dos times.

Cada time envolvido precisa realizar os testes relacionados ao seu escopo, é recomendável que haja um ambiente aonde os incrementos possam ser integrados e façam conexão com sistemas que compõem a solução como um ERP ou um TMS por exemplo:

  1. Testes unitários;
  2. Testes de regressão;
  3. Testes automatizados;
  4. Testes integrados (quando possível);
  5. Testes de performance;
  6. Testes de segurança;
  7. Testes de carga;
  8. Testes de usabilidade;
Os times precisam garantir a integridade do seu incremento passando por todos os passos necessários conforme a natureza da sua demanda.

Quantos mais testes forem feitos no ambiente integrado (“pré-homolog”) pelos times melhor, deve haver um responsável para organizar as subidas para esse ambiente de forma a garantir sua integridade e disponibilidade, assim todos poderão executar as validações e fazer os ajustes oriundos dos apontamentos que surgirão, não se pode garantir que todos os problemas sejam eliminados porém essa prática garante maior robustez ao incremento do programa para a homologação.

Apesar de exigir grande esforço de organização é de extrema importância que aconteça, caso esses passos não sejam realizados, passamos a atribuição dos testes para os responsáveis pela homologação juntamente com a área de negócio, o que é extremamente contraproducente, vamos parar por aqui, continuamos no próximo post.

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